quarta-feira, 14 de abril de 2010

Quem diria, quem diria...

Segunda-feira, além do metrô que eu pego habitualmente, eu precisei usar também os serviços da CPTM. Eram 6 horas da tarde, então, eu já imaginava péssimas "surpresas", afinal eu costumava me utilizar destes serviços no passado, quando ainda era uma universitária.

Um dos trens que eu pegava todo santo dia, era pior do que o metrô: além de lerdo e das pessoas [como de hábito] muito mal educadas, lá tambem existiam os mal-encarados e os vendedores ambulantes. Um verdadeiro mercado de peixe. A linha que peguei segunda-feira foi outra, para outro lugar. Mas "trem, é trem", eu pensava. Me enganei redondamente.

É claro que aquelas pessoas sem-berço, marcavam, sim, presença dentro do vagão, afinal, gente sem educação é como mato: tem em qualquer canto. Mas o que foi surpresa para mim, foi que encontrei uma quantidade acima da média de pessoas gentis e de bom senso naquele vagão.

Eu não sei se eu dei sorte, ou se aquela linha é sempre daquele jeito. Só sei que foi uma supresa bastante agradável e que, de certa forma, me trouxe um pouco de esperança de que os seres humanos ainda tenham alguma salvação no caminha para a selvageria.

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