Bom dia, Galera!
Hoje o dia começou me mostrando novas possibilidades: conheci novas formas de ser folgado no metrô, nunca antes presenciadas por mim. ¬¬
Imaginem o que é um metrô lotado; de uns dias pra cá, aquela situação de não ter espaço nem no chão, pra apoiar os dois pés, tem se tornado cada vez mais corriqueira. Todo santo dia me deparo com essa situação, que é mais infernal do que o metrô - que já estava numa situação infernal - costumava ter.
Eis que hoje, no meio daquela luta por sobrevivência dentro do vagão eu me deparo com a cena: uma mulher sentada no assento preferencial, com o filho no colo. Daí vocês vão dizer: "e o que há de errado nisso?". Eu lhes respondo: o que há de errado nisso, é que o moleque no colo da folgadona não só não era nenhuma criancinha de colo, como já era bastante marmanjo, e devia ter lá seus 11 anos - quase um pré adolescente.
De novo, alguém vai pensar: " mas isso não é nada incomum, pois tem muitas folgadas por aí que usam o pretexto da 'criança' para se utilizarem dos assentos preferenciais". Pois é, só que essa conseguiu transcender o significado da folga. Não contente em chamar as outras pessoas de IDIOTAS com a desculpa da "criança de colo", ela ainda largou no meio do chão do vagão, mochila e lancheira do herdeiro de seus bons costumes.
Quer dizer; além de tudo, ela não podia segurar a porcaria dos seus pertences, porque isso, provavelmente, a faria ficar desconfortável não é mesmo? Então ela pensou: "ah, deixo aí no chão mesmo e os trouxas sem criança pra usar como desculpa pra sentar que se f#*%$!".
Gente, não dá, né...
Guia de Etiqueta par ao Metrô
Às vezes, somos obrigados a carregar volumes extras nas viagens de metrô. Não é uma situação muito confortável, a gente sabe. Mas tem dia que não tem jeito: essa é a opção e pronto. Por isso, preparei algumas dicas pra tornar esse fardo mais leve, independente do peso de suas sacolas/mochilas/whatever, quando essa situação inveitável. Dá uma olhada:
- Tente sempre carregar suas coisas o mais próximo do seu corpo possível. Além de não atrapalhar [ou atrapalhar menos] a passagem das outras pessoas, você ainda cuida para não perder [ou pra não sorrupiarem] nenhum de seus pertences.
- Se conseguir um lugar para sentar e o metrô estiver muito cheio, tente colocar a maior quantidade de sua carga no colo, deixando o chão livre para aqueles que deram menos sorte que você. Se for inevitável colocar algo no chão, tente colocar suas coisas em lugares que causem o mínimo de transtorno para os outros, como atrás das suas pernas, por exemplo.
- Quando estiver sentado e vir alguém carregando muitas coisas ao mesmo tempo, ofereça-se para segurar alguma coisa. Para quem está sentado não faz muita diferença termuitas sacolas no colo, já para quem está em pé, segurando tudo ao mesmo tempo, lutando por um lugarzinho, e ainda, tentando se segurar, a coisa é bem mais complicada...
E por hoje é isso aí! =*
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Quem diria, quem diria...
Segunda-feira, além do metrô que eu pego habitualmente, eu precisei usar também os serviços da CPTM. Eram 6 horas da tarde, então, eu já imaginava péssimas "surpresas", afinal eu costumava me utilizar destes serviços no passado, quando ainda era uma universitária.
Um dos trens que eu pegava todo santo dia, era pior do que o metrô: além de lerdo e das pessoas [como de hábito] muito mal educadas, lá tambem existiam os mal-encarados e os vendedores ambulantes. Um verdadeiro mercado de peixe. A linha que peguei segunda-feira foi outra, para outro lugar. Mas "trem, é trem", eu pensava. Me enganei redondamente.
É claro que aquelas pessoas sem-berço, marcavam, sim, presença dentro do vagão, afinal, gente sem educação é como mato: tem em qualquer canto. Mas o que foi surpresa para mim, foi que encontrei uma quantidade acima da média de pessoas gentis e de bom senso naquele vagão.
Eu não sei se eu dei sorte, ou se aquela linha é sempre daquele jeito. Só sei que foi uma supresa bastante agradável e que, de certa forma, me trouxe um pouco de esperança de que os seres humanos ainda tenham alguma salvação no caminha para a selvageria.
Um dos trens que eu pegava todo santo dia, era pior do que o metrô: além de lerdo e das pessoas [como de hábito] muito mal educadas, lá tambem existiam os mal-encarados e os vendedores ambulantes. Um verdadeiro mercado de peixe. A linha que peguei segunda-feira foi outra, para outro lugar. Mas "trem, é trem", eu pensava. Me enganei redondamente.
É claro que aquelas pessoas sem-berço, marcavam, sim, presença dentro do vagão, afinal, gente sem educação é como mato: tem em qualquer canto. Mas o que foi surpresa para mim, foi que encontrei uma quantidade acima da média de pessoas gentis e de bom senso naquele vagão.
Eu não sei se eu dei sorte, ou se aquela linha é sempre daquele jeito. Só sei que foi uma supresa bastante agradável e que, de certa forma, me trouxe um pouco de esperança de que os seres humanos ainda tenham alguma salvação no caminha para a selvageria.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Um desabafo, um pedido, uma reflexão...
Hoje eu quero registrar minha indignação com a situação em que se encontrava o metrô nesta manhã. Acabo de chegar no trabalho, são 7:30hs, mas eu deveria ter chegado as 7hs. Curiosamente, acordei às 5:50hs, e cheguei a uma estação da linha vermelha do metrô por volta das 6:30hs, como faço todas as manhãs, com horários calculados para chegar aqui às 7hs.
Já na passarela, me deparei com uma fila enorme, que vinha das poucas catracas existentes na estação. Levei algo em torno de 10 minutos apenas para conseguir adentrar a estação e, ao chegar na plataforma, me deparei com um volume muito maior de pessoas do que o que é habitual ali, naquela estação e naquele horário.
Entrar nos trens que ali paravam, foi uma tarefa impossível por conta do estado em que os mesmos estavam quando abriam as portas na plataforma de estação em que eu estava: lotado. E quando eu digo "lotado", não estou usando nenhum recurso hiperbólico, mas o sentido mais fiel da palavra, sem que ela represente um décimo a mais do que os meus olhos realmente viram. Não havia como entrar nos vagões. Nem mesmo aqueles seres chucros, comuns no metrô todos os dias, que tem por hábito empurrar aqueles que já estão dentro do trem a fim de embarcar, foram capazes de tal feito hoje de manhã, pois simplesmente, não cabia mais NADA dentro deles.
Esperei cerca de 6 trens para então conseguir entrar em um deles. É necessário dizer, que o trem no qual embarquei não estava diferente dos outros, e que não entrei lá com o mínimo de conforto ou segurança, mas sim empurrada e empurrando as pessoas que já estavam lá, pois de outra forma, eu jamais teria embarcado hoje.
É desnecessário dizer que a viagem foi desconfortável- pra não dizer que foi torturante - pois o desconforto daquele aperto, das pessoas que precisavam portar-se feito flamingos [apoiando-se em um pé só porque tiraram o outro do chão e não encontraram mais lugar para apoiá-los depois] do mal estar gerado por aquele contato físico demasiadamente próximo e íntimo imposto por um vagão superlotado, foram ainda prolongados por uma marcha lentíssima praticada pelo condutor do trem por algum motivo que eu - e todos os outros usuários - desconhecemos, e que o metrô não teve sequer a preocupação de informar.
A viagem até a Sé, que normalmente dura entre 15 e 20 minutos, contados a partir do momento em que se pisa na plataforma com a intenção de embarcar, hoje levou mais de meia hora. O mais incrível de tudo isso é que eu paguei caro pra utilizar um serviço desses, que me trata como se transportasse qualquer carga ordinária.
O Metrô também não se deu ao trabalho de pensar em mandar sequer um trem que já não saísse lotado de Itaquera, nem teve a preocupação de dar qualquer satisfação aos usuários a respeito do motivo pelo qual aquela estação se encontrava em situação tão lamentavelmente pior do que o usual.
Para ajudar, muitos usuários continuam sendo selvagens que, ao invés de revoltarem-se com a situação que lhes é imposta pelo Metrô e exigirem melhorias no serviço, voltam suas frustrações para os outros usuários que também estão ali em uma situação não menos pior que a deles, tentando ir trabalhar ou estudar, tornando ainda mais caótica e infernal a experiência que é fazer uma viagem de metrô.
A pergunta que fica quando passo por esse tipo de experiência é: até quando? Até quando vai ser viável sair de casa? Quanto tempo mais para que se chegue em um ponto que seja mais insustentável do que o atual, a ponto de inspirar qualquer mudança que seja? Quanto tempo leva pras pessoas aprenderem a se portar publicamente e pra entenderem que é necessário ser colaborativo em situações que envolvam coletividade? Quanto tempo eu ainda aguento ficar nesta cidade?
Já na passarela, me deparei com uma fila enorme, que vinha das poucas catracas existentes na estação. Levei algo em torno de 10 minutos apenas para conseguir adentrar a estação e, ao chegar na plataforma, me deparei com um volume muito maior de pessoas do que o que é habitual ali, naquela estação e naquele horário.
Entrar nos trens que ali paravam, foi uma tarefa impossível por conta do estado em que os mesmos estavam quando abriam as portas na plataforma de estação em que eu estava: lotado. E quando eu digo "lotado", não estou usando nenhum recurso hiperbólico, mas o sentido mais fiel da palavra, sem que ela represente um décimo a mais do que os meus olhos realmente viram. Não havia como entrar nos vagões. Nem mesmo aqueles seres chucros, comuns no metrô todos os dias, que tem por hábito empurrar aqueles que já estão dentro do trem a fim de embarcar, foram capazes de tal feito hoje de manhã, pois simplesmente, não cabia mais NADA dentro deles.
Esperei cerca de 6 trens para então conseguir entrar em um deles. É necessário dizer, que o trem no qual embarquei não estava diferente dos outros, e que não entrei lá com o mínimo de conforto ou segurança, mas sim empurrada e empurrando as pessoas que já estavam lá, pois de outra forma, eu jamais teria embarcado hoje.
É desnecessário dizer que a viagem foi desconfortável- pra não dizer que foi torturante - pois o desconforto daquele aperto, das pessoas que precisavam portar-se feito flamingos [apoiando-se em um pé só porque tiraram o outro do chão e não encontraram mais lugar para apoiá-los depois] do mal estar gerado por aquele contato físico demasiadamente próximo e íntimo imposto por um vagão superlotado, foram ainda prolongados por uma marcha lentíssima praticada pelo condutor do trem por algum motivo que eu - e todos os outros usuários - desconhecemos, e que o metrô não teve sequer a preocupação de informar.
A viagem até a Sé, que normalmente dura entre 15 e 20 minutos, contados a partir do momento em que se pisa na plataforma com a intenção de embarcar, hoje levou mais de meia hora. O mais incrível de tudo isso é que eu paguei caro pra utilizar um serviço desses, que me trata como se transportasse qualquer carga ordinária.
O Metrô também não se deu ao trabalho de pensar em mandar sequer um trem que já não saísse lotado de Itaquera, nem teve a preocupação de dar qualquer satisfação aos usuários a respeito do motivo pelo qual aquela estação se encontrava em situação tão lamentavelmente pior do que o usual.
Para ajudar, muitos usuários continuam sendo selvagens que, ao invés de revoltarem-se com a situação que lhes é imposta pelo Metrô e exigirem melhorias no serviço, voltam suas frustrações para os outros usuários que também estão ali em uma situação não menos pior que a deles, tentando ir trabalhar ou estudar, tornando ainda mais caótica e infernal a experiência que é fazer uma viagem de metrô.
A pergunta que fica quando passo por esse tipo de experiência é: até quando? Até quando vai ser viável sair de casa? Quanto tempo mais para que se chegue em um ponto que seja mais insustentável do que o atual, a ponto de inspirar qualquer mudança que seja? Quanto tempo leva pras pessoas aprenderem a se portar publicamente e pra entenderem que é necessário ser colaborativo em situações que envolvam coletividade? Quanto tempo eu ainda aguento ficar nesta cidade?
terça-feira, 6 de abril de 2010
Nota de sabedoria
Você sabe quando uma pessoa é sem noção quando ela resolve ABRIR UM LIVRO no meio de um metrô lotado.
Bom dia!
Bom dia!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A moda e o metrô
Ah, a segunda-feira! Melhor do que uma segundona comum, só uma segundona chuvosa & pós feriado, não é mesmo?!
Nessas ocasiões, o metrô vira uma micareta: aquele povo suado se desespera por causa da chuva, e aí, queridos, podem esperar que o empurra-empurra vai ser maior e o esfrega-esfrega vai ser pior. O metrô, que não é de negar fogo quando se trata de er... "diversão popular", colabora trabalhando mais devagar pra... ah, sabe como é, assim o povão pode aproveitar a festa por mais tempo... ¬¬
E no meio de toda essa diversão, é claro que não podem faltar nossos tipinhos típicos. Incrivelmente, nessas horas tem pelo menos uns dois de cada tipo te rodeando, ao mesmo tempo. É um folgado de lá, um bafo de merda de cá, tem aquela gordinha simpática que gosta de dançar dentro do metrô cheio [e do seu lado] e aquele engraçadão que não vê mulher há um mês. Me digam: tem como não começar o dia de bom humor???
Então, pra te ajudar a - literalmente - embarcar nessa curtição e ainda ficar na moda, o NVDM te ajuda a se montar pra ocasião! =D
Bem, para aqueles que, como eu, adoooooooooram essa "farra" que é uma viagem de metrô, e que querem estar bem protegidos durante esse safári, digo, essa festa, sugiro este figurino aqui:
Agora, se o seu estilo é mais soltinho e você quer mesmo é sijogar, vá assim:
Nessas ocasiões, o metrô vira uma micareta: aquele povo suado se desespera por causa da chuva, e aí, queridos, podem esperar que o empurra-empurra vai ser maior e o esfrega-esfrega vai ser pior. O metrô, que não é de negar fogo quando se trata de er... "diversão popular", colabora trabalhando mais devagar pra... ah, sabe como é, assim o povão pode aproveitar a festa por mais tempo... ¬¬
E no meio de toda essa diversão, é claro que não podem faltar nossos tipinhos típicos. Incrivelmente, nessas horas tem pelo menos uns dois de cada tipo te rodeando, ao mesmo tempo. É um folgado de lá, um bafo de merda de cá, tem aquela gordinha simpática que gosta de dançar dentro do metrô cheio [e do seu lado] e aquele engraçadão que não vê mulher há um mês. Me digam: tem como não começar o dia de bom humor???
Então, pra te ajudar a - literalmente - embarcar nessa curtição e ainda ficar na moda, o NVDM te ajuda a se montar pra ocasião! =D
Bem, para aqueles que, como eu, adoooooooooram essa "farra" que é uma viagem de metrô, e que querem estar bem protegidos durante esse safári, digo, essa festa, sugiro este figurino aqui:
Agora, se o seu estilo é mais soltinho e você quer mesmo é sijogar, vá assim:
* Imagem retirada de boacampeao.blogs.sapo.pt
E por hoje é só, pessoal. Fiquem ligados nas nossas próximas dicas de moda, etiqueta e defesa pessoal no metrô, que essa semana tem mais!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Bafo de Bosta
Lembra quando você era pequeno e sua mãe te mandava escovar os dentes?
Tenho certeza que todo mundo já passou por isso, a diferença é que existem crianças que obedecem a essa ordem, e crianças que fogem da escova de dentes como quem foge de chibatadas. Eu costumava achar que apenas as crianças fugiam da escova de dentes. Até hoje de manhã.
Mas hoje cedo descobri que tem muito marmanjo por aí com boca de boeiro. O grande problema de ter que ficar perto de alguém com bafo no metrô, é que não se tem pra onde fugir. Prender a respiração não dá - pelo menos, não pelo tempo de uma viagem inteira - por motivos óbvios. Mudar de lugar - ou até mesmo de posição - não costuma ser uma possibilidade quando se está em um vagão lotado. O que fazer, então, numa situação dessas?? Infelizmente nessas horas, somos obrigados a nos submeter involuntariamente ao mais podre que possa vir de dentro de uma pessoa: o bafo.
Eu fico pensando se essa gente, já passada da idade de receber ordens para manter sua higiene pessoal em dia, não teve uma mãe - ou um responsável - que alguma vez na vida tivesse ordenado o uso de uma escova de dentes e de um fio dental. Será que nunca ouviram falar no quanto é recomendável que se escove os dentes pelo menos 3 vezes ao dia e após as refeições??? Acho, inclusive, que seria bacana se essas recomendações se estendessem para coisas mais espcíficas, tipo "3 vezes ao dia e após as refeições, principalmente se tiver fezes no café da manhã"...
Achou nojento, né?! Pois é, imagine então ter que sentir o cheiro do bafo de merda alheio durante uma viagem inteira de metrô, logo no início do dia.
Bom dia a todos.
Tenho certeza que todo mundo já passou por isso, a diferença é que existem crianças que obedecem a essa ordem, e crianças que fogem da escova de dentes como quem foge de chibatadas. Eu costumava achar que apenas as crianças fugiam da escova de dentes. Até hoje de manhã.
Mas hoje cedo descobri que tem muito marmanjo por aí com boca de boeiro. O grande problema de ter que ficar perto de alguém com bafo no metrô, é que não se tem pra onde fugir. Prender a respiração não dá - pelo menos, não pelo tempo de uma viagem inteira - por motivos óbvios. Mudar de lugar - ou até mesmo de posição - não costuma ser uma possibilidade quando se está em um vagão lotado. O que fazer, então, numa situação dessas?? Infelizmente nessas horas, somos obrigados a nos submeter involuntariamente ao mais podre que possa vir de dentro de uma pessoa: o bafo.
Eu fico pensando se essa gente, já passada da idade de receber ordens para manter sua higiene pessoal em dia, não teve uma mãe - ou um responsável - que alguma vez na vida tivesse ordenado o uso de uma escova de dentes e de um fio dental. Será que nunca ouviram falar no quanto é recomendável que se escove os dentes pelo menos 3 vezes ao dia e após as refeições??? Acho, inclusive, que seria bacana se essas recomendações se estendessem para coisas mais espcíficas, tipo "3 vezes ao dia e após as refeições, principalmente se tiver fezes no café da manhã"...
Achou nojento, né?! Pois é, imagine então ter que sentir o cheiro do bafo de merda alheio durante uma viagem inteira de metrô, logo no início do dia.
Bom dia a todos.
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